Não evolui o amor se sozinho sentir
Criei a minha própria religião: KARDESH
A espiritualidade humana viveu, por séculos, presa a um falso dilema: de um lado, a rigidez do dogma e do rito; do outro, a frieza da razão e da ciência. Caminhamos acreditando que era preciso escolher entre sentir o sagrado ou compreender o universo. Minha jornada pessoal sempre recusou essa dicotomia. Acredito na mecânica evolutiva do espírito, na lógica da reencarnação e na Lei de Causa e Efeito codificadas pelo Espiritismo. Mas também reconheço a potência insubstituível do rito, a herança mística de Israel e a figura central de Jesus como arquétipo da moralidade perfeita. Nosso irmão mais velho. Diante dessa complexidade, de todos os anos de estudo, dos sentimentos completos e desconexos, percebi que não buscava uma religião pronta, mas um sistema de ressonância que preencha algumas lacunas dentro de mim. Dessa busca pela integração entre o intelecto e o espírito, nasce o que denomino hoje como meu caminho pessoal: KARDESH. O termo é um neologismo que ...
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